Muito deve ser feito para proteger as pessoas mais vulneráveis quanto à doença, como maiores de 60 anos, indivíduos com doenças crônicas ou com baixa imunidade, gestantes, lactantes e crianças. Um papel que cabe, primeiro, aos gestores, mas também de responsabilidade de todos. Antes de tudo, vale o bom senso.

Edifícios e condomínios são locais de grande circulação de pessoas, muitas compartilhando espaços de usufruto comum e equipamentos. Em época de coronavírus são locais que merecem atenção quanto à prevenção da doença Medidas de precaução que vão desde uso de paramentos adequados pelas equipes de limpeza, postura acertada de funcionários, regras de convívio geral, diminuição de fluxo de moradores em áreas coletivas, até os cuidados na hora de entrar no elevador.

Sobre os porteiros, aconselha-se dispensar do trabalho quem estiver no grupo de risco e custear o deslocamento em veículo próprio dos que tiverem condição de trabalhar, evitando o contágio em transporte público. Sugere-se ainda, ajustar o horário de trabalho daqueles que podem comparecer sem oferecer risco à saúde e orientar quanto a procedimentos adequados no recebimento de delivery.

No caso dos colaboradores, empregados da limpeza devem usar equipamentos de proteção individual, dar devida atenção à limpeza de maçanetas, corrimãos, halls comuns e elevadores, incluindo equipamentos eletrônicos, como botões de chamadas e teclado de andar, aparelhos biométricos e todo o sistema de acesso. No caso dos elevadores, a orientação é usá-los de forma consciente – a OMS recomendou que as famílias o utilizem sozinhas, evitando pegá-lo quando estiver cheio como já sabemos.

Recomendações de primeira necessidade, a higienização das mãos antes e depois de estar em áreas comuns e elevadores é essencial. Para a limpeza geral, profissionais pedem cautela. O ideal é a contratação de serviço especializado, no qual os profissionais recebem um treinamento com instruções teóricas e práticas sobre atendimento e conhecem as técnicas de higienização de ambientes. É fundamental a constante higienização destes materiais e de todas as áreas existentes com desinfetantes em geral: álcool em gel 70%, água sanitária e sabão. Se os ambientes de uso compartilhado permanecerem abertos, é importante oferecer álcool em gel 70%, que pode ser disponibilizado em dispensers colocados em lugares estratégicos, como o acesso principal.

Seguindo as principais diretrizes, aqui vão algumas dicas básicas para a prevenção da contaminação:

Limpeza – a equipe deve receber itens indispensáveis como luvas e máscaras. Banheiros de uso comum devem ser higienizados a cada uso. Pias devem estar em boas condições de higiene e o banheiro como um todo, paramentado de sabão líquido, toalhas de papel e álcool gel.

Ao síndico – disponibilizar álcool gel em áreas comuns, entradas e elevadores (que devem estar disponíveis o álcool em gel 70).

Higienização constante – bebedouros, torneiras, maçanetas e botões de elevadores.

Reformas – em caso de trabalhadores externos, garantir os padrões internos de precaução.

Em escadas – higienização caso toque em corrimões ou maçanetas.

Áreas comuns – evitar. Caso haja o desrespeito, medidas podem e devem ser tomadas.

Para tanto, vamos manter esses cuidados triviais, mas vamos acenar, sorrir e prestar algum apoio como uma ligação ao porteiro, ao síndico, zeladoria e equipe de limpeza. Todos estamos envolvidos independentemente da classe social. Agora, juntos somos um exército que mesmo que a distância, venceremos com inteligência e muito bom senso.

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